Exames clínicos e de imagem identificarão a curvatura da coluna vertebral. O tratamento depende do grau e da causa, podendo variar de simples observação em casos leves, ao uso de coletes ortopédicos para curvas moderadas, e cirurgia em situações mais graves. A fisioterapia é fundamental na maioria dos casos para fortalecer a musculatura e aliviar sintomas.
Avaliação
- Exame clínico: Um médico especialista avalia a postura, a rotação do tronco, o alinhamento dos ombros e quadris, e realiza o Teste de Adams (inclinar-se para frente para observar assimetrias nas costas).
Exames de imagem
- Radiografia: Permite medir o ângulo de Cobb, que determina o grau da escoliose.
- Ressonância magnética ou tomografia: Podem ser solicitadas para uma avaliação mais detalhada em casos complexos.
- Fisioterapia: Uma avaliação fisioterapêutica detalha a amplitude de movimento e a condição muscular para criar um plano de tratamento individualizado.
Tratamento
- Observação: Em casos leves (até cerca de 20 graus), o médico apenas monitora a progressão da curva ao longo do tempo.
- Fisioterapia: Recomendada na maioria dos casos. Fortalece a musculatura, melhora a postura e ajuda no alívio da dor.
- Colete ortopédico: Indicado em curvas moderadas (entre aproximadamente 20 e 45 graus), especialmente durante o crescimento, para evitar a progressão.
- Cirurgia: Considerada para curvas graves (acima de 45–50 graus), principalmente quando há risco de compressão de órgãos como pulmões e coração.
Pontos importantes
- Diagnóstico precoce: Quanto mais cedo a escoliose for identificada, maior a eficácia do tratamento e menor o risco de progressão.
- Individualização: Cada plano de tratamento é personalizado, levando em conta fatores como causa, localização da curva, idade e evolução.
- Atividades complementares: Práticas como RPG, pilates e natação auxiliam no fortalecimento muscular e consciência corporal, mas não substituem tratamentos específicos como colete ou cirurgia.